sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Castanha Com Cara de Ursinho

Urso cartão de Família

Tão engraçados estes ursinhos muito parecidos com as castanhas ou então mesmo corações!
acho que se pode adaptar perfeitamente para uma decoração de Castanhas.



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Festa do S. Martinho




Uma festa realizada no CATL, para comemorar o a época festiva do magusto.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A castanha caiu no chão



A castanha caiu no chão
Deu um trambolhão
E, devagarinho, cheia de frio
Foi ter ao rio
Saiu-lhe o casaco
Por um buraco que era de picos.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Fantasminha brincalhão...




Este trabalho foi realizado por uma das minhas sobrinhas... 
Original o fantasma de lã, né??






segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Castanhas, castanhas...

Castanhas,castanhas
Assadinhas com sal.
Quentinhas,quentinhas
que não te façam mal.

Saltitam,crepitam
toma lá e dá cá.
S. Martinho sem vinho
e castanhas não há




Este trabalho foi realizado por uma criança do meu grupo de Estágio..
Ficou uma castanha bem simpática, não acham??

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Opinião sobre Professores com o excelente humor de RAP!




Os professores - Ricardo Araújo Pereira

Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os q
ue vão conseguindo escapar com vida.

É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.
 Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.

O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não.
 A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento.

O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas.

Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão.

Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora o há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo.

Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano.

Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta.

Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança.

Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo.

Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão

sábado, 1 de setembro de 2012

Capa de Portefólio



Esta capa foi elaborada com intuito de compilar trabalhos realizados sobre um mini projecto que executamos no estágio, sendo, assim, o nosso portefólio.

A capa foi decorada com  papel amarrotado e pintada com pintas de dedos.
Dentro, foram colocados os trabalhos, sendo separados pelos separadores, também decorados pelas crianças.